sábado, 25 de dezembro de 2010

Natal

Família: bem maior.

Desejo a todos um renascimento nesse Natal.
Por aqui tá todo mundo renascendo. Todo mundo feliz, rindo, chorando, churrascando... Agradecendo a Deus por estarmos todos saudáveis, e por podermos estar juntos, sempre, comemorando a VIDA.

Obrigada Jesus!

domingo, 19 de dezembro de 2010

Beijoqueiro


Theo é extremamente carinhoso. É incrível, amo isso nele. Ele beija a gente o tempo todo, assim, espontaneamente... Ele tá lá no quartinho dele brincando, vem correndo pra sala, dá beijo no papai, e volta pro quartinho pra brincar. É lindo, e derrete corações.

Outro dia fomos com ele numa loja, ele pediu colo pra vendedora. Ela ficou toda boba e lisonjeada e pegou ele no colo. Aí ele deu beijinhos nela, assim, sem ninguém pedir. Gente, quem resiste?

Melhor do que o beijo, é a espontaneidade dele.

Hoje de manhã mesmo: sabe cena de filme que a pessoa acorda com um cachorro lambendo sua fuça? Eu acordei assim hoje. Sendo toda babada por incontáveis beijos do meu pequeno príncipe.

Não tem como não chegar àquela velha conclusão: cara, eu sou feliz pra caralho.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Theo e a escolinha...

A grande novidade é que Theo vai entrar no maternal I agora, em fevereiro.

Por que agora?

Eles aceitam para o maternal crianças apartir de 1 ano. Eu acho muito novinho. Então estava em dúvida se o colocava no primeiro semestre com 1 ano e meio ou no segundo semestre com 2 anos.

Sinceramente? As duas opções são boas. Mas optei por colocar agora porque Theo estava ficando muito entediado dentro de casa enquanto trabalhamos.

Geralmente ele acorda, brinca um pouco sozinho (muito pouco), assiste um pouco de desenho na TV (muito pouco) e depois vai ficar andando atrás da Zezé que fica em casa com ele (muito muito). Ele fica muito entediado, é notório. Às vezes fica irritado.

Quando estou em casa, desço pra ele brincar um pouco, a fisionomia dele chega a mudar, gente. Quando o amiguinho do apartamento de cima que tem a mesma idade que a dele desce pra brincar com ele, nossa, Theo fica em êxtase.

Gente, criança trancada dentro de um apartamento a manhã inteira e a tarde inteira é covardia. E como não temos condição de dar um lazer numa área livre pra ele nesses horários, optei pela escola.

Por mais que nós, pais, deitamos no chão com eles, rolamos pra lá, rolamos pra cá, fazemos cosquinha, assistimos dvds juntinhos, brincamos juntos de encaixar, de carrinho, de bola... por mais atenção que a gente dê ao desenvolvimento lúdico deles, não tem jeito: criança precisa de criança. Isso é fato.

Dizem que maternal é só pra brincar. Eu entendo essa afirmação, mas não concordo. Não é porque eles não vão aprender inglês, matemática e geografia que eles não vão aprender. Não devemos subestimar o desenvolvimento cognitivo desta idade. Lá eles só vão brincar sim, mas é através dessas brincadeiras que eles vão aprender. E essa aprendizagem de relacionar-se com o mundo é ponto de partida fundamental pra TODAS as suas escolhas (diretas e indiretas) futuras, sabiam?

As professoras são formadas em Educação Infantil. Não são babás que ficam olhando as crianças brincando no play (nada contra, apenas estou diferenciando). Elas são treinadas pra educar, pra ensinar a comer, ajudar no desfralde, no processo de troca da mamadeira pelo copo entre outras mil coisas.

"Ah, mas tarefa de educar é de mãe e pai!" Apoiado, concordo! Mas e quando eles estão na escola, e você, mãe, está ausente? Você quer deixá-lo com um responsável que se limita a "olhá-lo" e tomar conta ou você quer deixá-lo com um responsável que te apoie e entenda do ponto de vista científico a fase do desenvolvimento que seu filho está, e te ajude a coordenar isso enquanto você não está lá?

Eu prefiro a segunda opção. Por isso optei pelo Maternal. Estou super satisfeita, o espaço é ótimo, tudo muito lindinho. São apenas 10 aluninhos da idade do meu pequeno, com 3 professoras. O recreio deles é só entre eles, não é junto com outros bebês mais velhos.

Estou doida pra colocar uniforme no meu pequeno e vê-lo dar esse passo de desenvolvimento! É um desenvolvimento emocional, afetivo e cognitivo... Não vejo a hora de buscá-lo no seu primeiro dia de aula, com a roupinha toda suja de tinta, e tasca-lhe aquele beijo de toda a saudade desse mundo!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Notícias

King Kong fez suas malas e foi embora! Espero que seja para todo ever and forever.

Theo tá uma delícia novamente, exatamente do jeitinho que ele é: maroto, risonho, alegre, extremamente carinhoso e dócil... Ufa! Depois que reli o post anterior, me senti A bruxa materna, que não tem paciência com o próprio baby dodói. Não foi isso. Tive muita, acreditem. Por isso mesmo que já não estava aguentando mais.

Enfim, passou.

Theo sempre foi muito independente, eu gosto disso nele. Ele pede atenção, momentos de brincar juntos, fazer carinho, farras juntinhos: ele necessita disso. Mas não é dependente da barra da saia da mãe, sabe? Quando saímos, ele vai com todo mundo, não estranha, fica solto solto solto... Não é medroso (perigo!) e tudo pra ele tá bom.

Mas depois que comecei a trabalhar integralmente, como eu imaginava, ele começou a me requisitar muito mais. É verdade que agora as horas que passamos juntos ganharam mais qualidade ainda. Fato. Mas algumas coisas tem ficado pra trás... Sentar no computador com ele acordado? Sem chances. Ele vem, e desliga o computador e resmunga pra mim. Fazer o que, ele tem razão.

Por isso ando sumida. Os horários na internet se limitaram aos fins de noite, que agora são mais curtos, porque a bonita aqui agora acorda mais cedo.

Na primeira semana de trabalho até pra ir no banheiro e fechar a porta era impossível. Ele chorava achando que eu ia embora. De manhã cedo ficava me vigiando, quando eu vinha almoçar, almoçava com ele no colo... Fazer o que? Ela, sempre ela, a Santa Paciência que rogamos diariamente. Aos poucos ele foi se acostumando, eu fui virando praticamente um Jó. Fiz alguns exercícios com ele, pra mostrar que a mamãe vai. Mas ela volta.

E agora ele está tranquilo. Ufa!
Depois volto pra contar outra novidade.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O King Kong está de volta...

Adivinha quem voltou? Pois é, ele mesmo: o King Kong.

Theo é uma criança super tranquila. Definitivamente Theo não é pirracento. Não é birrento. Não é manhoso. Não é chorão. Não é agressivo.

Mas não nessa última semana. Ele está irreconhecível, outra criança. Todos esse adjetivos ruins elevados a nona potência. O motivo? Mais uma vez o mesmo: novos dentes. Só que dessa vez com novos atrativos: muuuito encatarrado, otite e garganta inflamada. Tudo de uma vez só.

Ele acorda chorando. Ele passa o dia inteiro chorando. Ele vai dormir chorando. Ah, detalhe: ele DORME CHORANDO.

Ele reclama de tudo o dia inteiro. Nada está ao seu agrado... é a bola que rolou, o carrinho que tombou, o interfone que tocou, o controle remoto que ninguém deixou ele pegar, enfim, inúmeras circunstâncias que ocorrem de 5 em 5 minutos, que fazem com que ele comece a se debater no chão, chorar, gritar, e bater com a cabeça na parede. Gente, ele está com galos na testa, agora mesmo, ele bateu a própria cabeça no chão umas 5 vezes em 2 horas.

É assim O DIA INTEIRO. Eu não posso fazer nada, ele me requer o tempo inteiro. Não posso ir no banheiro que ele começa a se debater na porta. Inclusive de madrugada... quando ele percebe que eu levantei da cama (ele tá dormindo no chão do meu quarto) pra ir no banheiro, ele chora desesperadamente atrás. Praticamente um cárcere privado essa minha vida de mãe.

Eu estou um caco. Nos primeiro dias, quando ele estava bem ruinzinho de febre, eu ficava com dó, afinal, é compreensível, porque ele tá dodói. Mas ele foi melhorando com a medicação, mas o humor continua o mesmo... Tá difícil conseguir me manter paciente. Afinal, são 8 dias ouvindo os mesmos "hum, hummm" de resmungos e choros 24 horas na cabeça.

Enfim, gente. Só um desabafo. Hoje já dei uns bons berros com ele, e depois fiquei me remoendo de culpa, porque afinal, ele não está assim a toa... Eu não estava (estou!) aguentando mais!
Nada pra ele tá bom... brincar não é legal, ler histórias não é legal, ver tv não é legal, deitar, carinho, colo, chão... nada é legal.

Tudo pra ele é motivo de piti. Se bater e me bater. Não vejo a hora desse dente romper logo...
Estou me sentindo péssima como mãe.
Enfim, é isso.