King Kong fez suas malas e foi embora! Espero que seja para todo ever and forever.
Theo tá uma delícia novamente, exatamente do jeitinho que ele é: maroto, risonho, alegre, extremamente carinhoso e dócil... Ufa! Depois que reli o post anterior, me senti A bruxa materna, que não tem paciência com o próprio baby dodói. Não foi isso. Tive muita, acreditem. Por isso mesmo que já não estava aguentando mais.
Enfim, passou.
Theo sempre foi muito independente, eu gosto disso nele. Ele pede atenção, momentos de brincar juntos, fazer carinho, farras juntinhos: ele necessita disso. Mas não é dependente da barra da saia da mãe, sabe? Quando saímos, ele vai com todo mundo, não estranha, fica solto solto solto... Não é medroso (perigo!) e tudo pra ele tá bom.
Mas depois que comecei a trabalhar integralmente, como eu imaginava, ele começou a me requisitar muito mais. É verdade que agora as horas que passamos juntos ganharam mais qualidade ainda. Fato. Mas algumas coisas tem ficado pra trás... Sentar no computador com ele acordado? Sem chances. Ele vem, e desliga o computador e resmunga pra mim. Fazer o que, ele tem razão.
Por isso ando sumida. Os horários na internet se limitaram aos fins de noite, que agora são mais curtos, porque a bonita aqui agora acorda mais cedo.
Na primeira semana de trabalho até pra ir no banheiro e fechar a porta era impossível. Ele chorava achando que eu ia embora. De manhã cedo ficava me vigiando, quando eu vinha almoçar, almoçava com ele no colo... Fazer o que? Ela, sempre ela, a Santa Paciência que rogamos diariamente. Aos poucos ele foi se acostumando, eu fui virando praticamente um Jó. Fiz alguns exercícios com ele, pra mostrar que a mamãe vai. Mas ela volta.
E agora ele está tranquilo. Ufa!
Depois volto pra contar outra novidade.