quinta-feira, 28 de junho de 2012

Nasceu!

Isadora nasceu dia 20 de junho com 2,780 kg e 49cm. 
Linda, esfomeada e enchendo essa casa de gente feliz com sua vinda.

Seja bem vinda, filha!



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Na janelinha da ultrasom

Menina reboladeira, de perninhas faceiras
faz ao balançar o papai os olhos lavar.
Perfil de serena, pézinhos para o ar,
coração, uma bateria que fez
de um simples dia uma enorme folia
...mãozinha do queixo, só para pensar
por que papai ri quando me ver nadar?


Essa foi a Ultrassonografia de mais um filhote que está por vir neste mundão de meu Deus. Minha filha já sente a euforia dos papais e nós que ela será muito amassada e apertada como os outros dois pivetes daqui de casa foram.
Na verdade, até hoje nós os amassamos e apertamos, famais crescem, jamais são do mundo, são nossos para sempre...

Papai.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Menina!

Acabei de descobrir: será uma menina!!!

Muita felicidade nesse coração! Terei um casal!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A segunda gravidez

Vai bem, obrigada.

Pelas minhas contas do primeiro dia do ciclo estou com 10 pra 11 semanas. Mas de acordo com a ultra, estou completando a 9ª semana ainda. E então, em qual confiar?

Na gravidez do Theo (comparações são inevitáveis) eu era uma "tentante" aflita, de fazer exame de gravidez de 15 em 15 dias e ter um calendário só pra fazer contas, anotações e especulações. Dessa vez foi mais light e menos desesperador. Parei de tomar o remédio no início do ano (o que me encheu de acne) pra ir dando uma "desintoxicada", mas só comecei a ser uma tentante mesmo no segundo semestre do ano, mas sem ficar fazendo contas e essas coisas.

Na primeira gravidez eu dormia sabendo que estava grávida, almoçava consciente da gravidez e não respira um minuto sem pensar no assunto que me consumia. Agora, é engraçado, às vezes eu esqueço! Encontrei um casal de amigos na rua que vieram correndo dizendo "Bia, parabénss!!", demorei 2 segundos pra entender do que eles falavam! rs

Outra diferença: o tamanho da barriga. O que me preocupa, apesar de ter lido em inúmeros sites que a segunda gravidez aparece muito mais cedo, pois os músculos abdominais estão menos enrijecidos. Mas mesmo assim, to meio apavorada.

Engravidei do Theo pesando 58 quilos e como tive muito enjoo com 4 meses de gravidez estava pesando 56 kgs e com um braço fininho (meu sonho!). Foi quando apareceu aquela barriga dura e redondinha pra valer! Engordei só 9 quilos, o que foi um sonho.

Agora engravidei pesando a mesma coisa que pesava quando estava grávida de 6 meses do Theo (!), com 60 kg. Nesses dois meses engordei só 500g, mas já perdi calça. To larga e sem cintura nenhuma. Medo!

Sei que não é tempo de pensar nisso, mas nunca fui satisfeita com o meu corpo. E como vou ficar depois dessa gravidez, pois sinto que vou engordar pra valer, me preocupa sim. É uma questão de forma, e não de peso.

No mais, é isso. Não vejo a hora de ter aquele barrigão e sentir mexer pra valer. Não vejo a hora de saber o sexo. Não vejo a hora de ver esse rostinho. Não vejo a hora de sentir cheirinho de bebê nessa casa de novo.

domingo, 20 de novembro de 2011

Ele não come!

Não, não é uma fase. Se for, está sendo longa demais.

O terror, o pesadelo de todas as mães está acontecendo comigo: Theo simplesmente não come mais comida de sal. Começou rejeitando algumas coisas específicas. Fazia cara de nojo pra comida, de chegar a fazer vômito. Pensei "é verme!" e taquei remédio. E nada... Então ele restringiu seu cardápio a só querer ovo, macarrão, angu e feijão. Carne só em churrasco. Legumes? O que é isso mesmo? Mas pelo menos ele estava comendo alguma coisa...

Depois passou a simplesmente não almoçar. NADA. Estou dizendo N-A-D-A. Passou a querer só jantar e só aceitava duas opções: macarrão (qualquer) ou escondidinho a bolonhesa do restaurante do meu tio. Depois passou a rejeitar até a janta.

Tem mais de 4 meses que Theo não come. Não almoça, não janta. O que ele faz? Ele mama. Come algumas, poucas, frutas. As que ele não aceita inteira eu ponho na mamadeira. E pão, muuito pão, biscoito de sal, queijo, iogurte a litro, sucos e mais sucos, presunto... ah, isso é com ele mesmo. Lanchar ele lancha que é uma maravilha. Mas nada de comida.

"Ah, mas ele só não almoça porque você dá a mamadeira", vocês devem estar pensando. Não, acredite. Já fui ruim o suficiente de mandar ele pra escola urrando de FOME por negá-la. Ou come, ou nada. E ele preferiu várias vezes o nada.

Já levei no médico, já dei vitaminas, já deixei o menino com fome e já até perdi a paciência e briguei com ele umas duas vezes (o que não pode, senão ele usa a comida como moeda de troca). Já variei cardápio, horários, formas de dar a comida, ambiente, tudo.

E ultimamente estou em fase de desistência.
Chegou a hora de entrar no blog e gritar: SOCORROOOO!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A mamadeira da madrugada

Sabe aquela mamada dormindo, no meio da madrugada? Acredito que a maioria das crianças a extingue com menos de 1 ano. Estou certa?

Por aqui não, por aqui ela durooou. Theo sempre dava aquela última mamada já deitado na cama, escovava os dentinhos deitado ali mesmo, e ZzzZzZzzz. Aí quando eu ia dormir, geralmente mais tarde, eu fazia outra mamadeira fervendo e colocava no isopor na minha mesinha de cabeceira. Aí por volta das 5 e pouco da manhã, ele choramingava e a boba aqui ia lá dar a mamadeira que ainda estava levemente morninha.

Theo fez 2 anos e me dei conta que isso já estava se prolongando por tempo demais. Uma noite simplesmente não fiz, ele reclamou, taquei chupeta... e assim foi até acabar. Tem 1 ou 2 meses mais o menos que não a faço mais.

Aí me veio a dúvida: com que idade mais ou menos as crianças largam essa mamada? Será que sem perceber estendi isso por tempo demais? Me respondam!

sábado, 5 de novembro de 2011

Éramos 3 e agora somos 5!

Então, essa é a grande novidade. Nossa vida deu uma virada de 360 graus em agosto, e pra melhor.

Já comentei aqui, que o Cris foi pai muito novinho. Então não somos só nós, tem a Lais também (hoje com 14 anos). Quando começamos a namorar ela tinha apenas 8 aninhos e foi quando a conheci. Moramos no Rio, mas ela sempre morou com a mãe dela em Natal.

É longe pra cacete, mas mesmo assim eles sempre mantiveram contato de pai e filha. Nos últimos anos ela vinha sempre passar as férias com a gente. Mas mesmo assim, quando ela voltava, ficava aquele vazio. Imaginem ver um filho seu poucas vezes por ano? Pois é. Sempre sonhamos com ela aqui, mas sempre nos pareceu impossível.

Então no final do ano passado Lais veio com um papo de que queria morar com a gente por uns tempos, ter a experiência de morar com pai e veio em janeiro pra fazer um "teste". Veio passar as férias normal dela aqui, como sempre, mas já pensando em ficar. Mas no final das férias, decidiu voltar pra Natal, pois não estava aguentando de saudades da mãe e da irmã (da mesma idade do Theo, nasceram na mesma semana!).

Ficamos tristes, porém conformados. Aí agora em julho ela liga dizendo que queria voltar e ficar pra valer, mas não estava nada certo. Aí na semana do aniversário do Theo, Cris e a mãe dela conversaram bem e decidiram que fariam a vontade dela então. Aproveitaram que o colégio dela estava em greve, e assim ela chegou para nós no dia 19 de agosto, um dia antes do meu aniversário. Foi meu presente, uma filha já criada, rs.

Aí começou a correria! Porque quando casamos, éramos só nós dois e nos mudamos pra um apartamento jeitosinho, porém pequeno. Dois quartos (o segundo minúsculo), cozinha pequena, sem privacidade... Enfim, já estava pequeno para nós e Theo, imagina pra nós, Theo e uma adolescente maior do que eu (sim, a danada é mais alta do que eu!)?

Então tomamos coragem de mudar pra um apartamento que já estávamos de olho, porém mais salgado. Três quartos dignos, sala e cozinha grandes, varandão, condomínio com conforto. E assim foi, nos mudamos no finalzinho de agosto e demorou quase 1 mês pra vida voltar pro lugar. Decorei minha casa nova com muito amor (adoro), embora tenha muuuita coisa ainda para se fazer.

O quarto do Theo agora tem espaço e ficou lindo! O quarto da Laís fizemos surpresa, só deixamos ela vir pro apê (ela ficou na minha sogra enquanto isso) quando estava tudo no seu devido lugar. O quarto dela ficou lindo, todo lilás com branco. Comprei vários mimos dessas lojas que a gente baba, tipo Imaginarium, roupas de cama lindas. O pai dela deu uma super TV grandona de tela plana (coisas de homem). Enfim, arrumamos o cantinho dela com amor e quando ela viu chorou pra caramba!

Logo depois que mudamos a Zezé, a moça que trabalhava aqui em casa 2 vezes na semana, que cuidava do Theo desde bebê, pediu pra sair, quase chorei, me senti o ser mais abandonado desse mundo. Mas ela foi e deixou a irmã no lugar, Theo já está se adaptado. Então ela vem 3 dias na semana, e nos outros 2 que sobra eu me descabelo, já que trabalho em dois lugares diferentes e ainda TENTO estudar.

E agora o última novidade, que vocês já sabem, é que a nave vai crescer ainda mais. Pois é. POSSO SURTAR? Calma, calma.
Quando o positivo veio em forma de exame de sangue, Cris quase deu um ataque! A primeira coisa que ele falou desesperado: "nós vamos ter que mudar denovo? Pra um apartamento de 4 quartos?? Ai, meu Deus, meu carro! Vou ter que comprar uma van!"

Calma, amor. Tudo se ajeita.
Há dois anos éramos Cris e Bia. Hoje somos Cris, Bia, Laís, Theo e um neném ainda sem nome.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

GRÁVIDOS!

É isso aí: gravidíssima again.

Parei de tomar remédio no início do ano, mas ainda estava controlando (a famosa tabelinha!). Queria uma diferença de 3 anos entre meus filhotes, e para isso tinha que engravidar agora, no final desse ano. E assim foi... estou com quase 7 semanas (1 mês e meio). A ficha ainda está caíndo, sabe?

Theo às vezes dá uns ataques de canseira na gente, e fico imaginando se com dois agora não vou surtar, rs. Mas estou feliz e confiante!

Desde o aniversário do Theo muita coisa aconteceu que eu queria compartilhar aqui...
Voltarei para contá-las!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

2 aninhos!





Então que neste domingo, em pleno dia dos pais, a coisa mais rica dessa minha vida completou 2 anos.

O tema não poderia ser outro, uma vez que Theo venera os backyardigans. Ele ficou louco quando viu aqueles bonecos espalhados em todo o quintal e deu de cara com a festa montada. Eu explodia de felicidade ao ver o encanto dele. Valeu a pena.

No início, não ia ter festa. Mas a mãe boba que há dentro de mim saiu organizando tudo e contratando todos os fornecedores por conta própria e quietinha. Avisei que ia ter a festa, e pronto. Pilhei sozinha. Melhor assim.

Contratei a mesma decoradora do ano passado. Ela é maravilhosa, não tem jeito. A festa pessoalmente ficou uma coisa de LOUCO, linda. Linda, linda, linda. Cada canto, cada detalhe, cada jogo de luz. Ela arrasa. Servi cachorro quente, pipoca, salgados, mini pizzas, mini hambúrgueres e barquetes. E todo mundo foi embora com a barriga doendo de tanto comer. Contratei três brinquedos: cama elástica, piscina de bolas e tombo legal. Foi bom porque dividiu as faixas etárias e não houve congestionamento nos brinquedos.

Seria exagero dizer que foi um dos dias mais felizes da minha vida? Comemorar mais um ano de vida do meu filho é emocionante demais. Eu me pegava orando agradecida sem perceber o dia inteiro. O dia inteiro, acordando, me arrumando, organizando a festa, vestindo o Theo, olhando os convidados, olhando meu filho brincando, eu soltava um risinho e falava baixinho: Obrigada, meu Deus!

O único ponto negativo da festa foi que faltou energia. Pois, é. Escuridão total. Theo ficava inconformado pedindo miando: "cende a uiz! cende a uiz!". Ano passado foi uma ventania que nada parava em cima das mesas, esse ano foi falta de energia. Oh, God! Não cortou o clima de ninguém, já que a festa foi a céu aberto e tínhamos a presença de uma lua cheia maravilhosa. Mas nós, eu e Cris, suamos frio de nervoso. E o medo de não voltar a luz e ACABAR com o aniversário tão merecido do nosso filho, que eu estou organizando a meses? Impotência total.

Mas o susto foi pequeno, pois faltou energia por uns 10 ou 15 minutos só e no início da festa, e depois numa segunda vez por mais 15 minutos lá pro meio da festa. Sendo que a cidade inteira, ficamos sabendo depois, ficou sem energia por 2 horas e 40 minutos. Só o nosso bairro que foi "agraciado" por 15 minutinhos... ufa! Gosto nem de pensar...

Theo ficou extasiado a festa inteira e ficou tão, mas tão pilhado, que só conseguiu dormir quase às 3 horas da manhã. E devido tanta novidade, informação, e alteração nos seus horários, ele teve pesadelo a madrugada inteira!

Resumindo: foi bom demais, foi perfeito.
Parabéns, Theo. Te ver saudável e crescendo mais a cada dia enche meu peito de uma sensação que eu nem sei o nome. Ver o quanto você é querido e amado por todos me deixa orgulhosa e me faz chover no molhado que você é, sem sombra de dúvidas, a decisão mais acertada que eu fiz nessa vida.
Te amo, meu pequeno grande homem.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Liga o foda-se e sejamos todos felizes!


Já foi dito aqui e em tantos outros lugares que não, maternidade não é um conto de fadas. Não deixa essa carinha angelical aí de cima te enganar: eles podem ser terríveis. Apaixonadamente terríveis.

É uma delícia ser mãe, a sensação é única, e eu não vou chover no molhado. Sou mais do tipo tempestade onde não cai sereno. Já disse aqui, que depois do parto, quando a gente deixa de ser um e passa a virar dois, a gente descobre uma coisinha. Uma coisinha chamada CULPA.

Culpa por estar cansada, culpa por querer um descanso, culpa por finalmente conseguir tirar o tão querido descanso. Eu já me culpei por um pernilongo picar o meu filho. Mas depois de um longo tempo eu lavei as minhas mãos, e me dei conta que eu não tenho que dar conta de nada. E não me permiti sentir culpada por coisas que não estão ao meu alcance. Faço o melhor que sou capaz. O que não dá certo, ligo o foda-se.

Aí, então, feliz da vida com meu filho e família eu fui seguindo a caminhada da vida. Até que veio outra sensação, que acredito eu, seja inerente também, a outras mães: a VERGONHA.

Pera lá, não me leve a mal. Morro de orgulho estampado na testa da minha cria, e quem me conhece sabe, que eu carrego o Theo pra tudo quanto é lugar. Não deixo de fazer nada por causa dele, ele é nosso companheiro em todos os cantos e lugares.... até que ele começou com as pirraças.

Sabe a propagando do menino que pirraça porque quer brócolis? Então, aquele é o Theo mais velho. Ele pirraceia porque quer isso, porque não quer aquilo, porque caiu isso, porque isso não deu certo... Ele cai no chão, vira pra lá, vira pra cá... quando o choro não sai, ele finge. Quando não funciona a pirraça, ele resolve aumentar o drama e finge que ops, sem querer, bateu a cabeça... ai poe a mão na cabeça e chooora sem uma lágrima que se machucou. Um artista.

Quando vejo Theo fazendo pirraça me dá tanto cansaço mental, fadiga, raiva, que me dá vontade de me jogar no chão e fazer pirraça junto com ele.
Tem sempre dois motivos as suas pirraças. Motivo número 1: ele tá com sono/fome/irritado/desordem de rotina. Nesses casos acredito que a minha função seja acalma-lo. Não falo nada, só um colinho quente e chupeta acalmam o ogro. Sejamos compreensíveis com a pobre criança, ok? Não vamos transformar um probleminha em problemão.

Motivo número 2: é racional/querer algo/desacordo com algo. Aí eu finjo que não é comigo. Tipo, gente de quem é aquela criança mal educada fazendo pirraça ali? Que horror! Aí fica todo mundo olhando pra minha cara, do tipo, você não vai fazer nada? Eu estou fazendo. Não fazendo nada, eu estou fazendo muito. O meu máximo, inclusive. Eu não estou cedendo. Ele está aprendendo que essa forma de extravasar a raiva não é socialmente aceita, e que não é também moeda de troca com os seus pais.

Quantas e quantas vezes Theo se jogou no chão como num filme de faroeste pra pirraçar na minha frente, eu passei por cima dele e sai do ambiente, nem olhei? Na mesma hora, ele levanta e vai fazer outra coisa. Óbvio que minha cara já rachou no meio inúmeras vezes, já passei vergonhas incontáveis. Até que me dei conta que quem tem vergonha não pode ter filhos. Ou então se mude pra uma casa de papelão no alto na montanha e vá viver sem contato humano e sem eletricidade.

Agora, se você quiser ir ao cinema, museu, supermercado, padaria, rua, pracinha, restaurantes, praias, festas, casa de amigos, aniversários, casamentos, igreja e não quiser fazer do seu filho um refém em sua própria casa, passe vergonha. Passe muita vergonha.

E veja como a vida pode ser vergonhosamente maravilhosa.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Rumo ao 2º aninho!

Como assim o meu bebê vai fazer 2 aninhos? Pois é, faltam 2 meses e meio.

Esse ano estou bem atrasadinha, é verdade. Theo faz aniversário em agosto e no ano passado eu comecei a organizar e a pagar a festa, aos pouquinhos, em abril. Já estamos quase em junho e eu não vi NADA. E ainda assim, no ano passado, me enrolei toda, em todos os sentidos.

Esse ano a festa com certeza será mais em conta. Definitivamente. Mas mesmo assim, a decoradora será a mesma, não abro mão dela. Eu ia fazer a festa com o tema floresta. Geralmente eu não gosto desse tema, mas a dela é tãaao linda!

Porém, nesse meio tempo, uma paixão surgiu dentro dessa casa: os backyardigans. Theo gosta de todos os desenhos do DK, nunca tinha percebido predileções. Mas ela veio e com força total, um fanatismo quase, rs. Então resolvi mudar o tema, e ele definitivamente vai amar!

Então a única coisa resolvida é essa. Não sei como farei o aniversário, porque eu ando sem um puto de um tostão. Eu sei, ano passado eu falei a mesma coisa. Mas eu fico boba com a minha capacidade de nunca ter dinheiro e viver gastando horrores. Quanto mais dinheiro entra, mais sai. Fato.

Enfim. Outra coisa que eu decidi, e espero não me arrepender por isso: não vou contratar um buffet. Acho os buffets as melhores alternativas everr. Mas custa, né? Então decidi fazer a mesma coisa que eles fazem, só que por minha conta.

Vou encomendar os doces, bolo e salgadinhos congelados com uma pessoa (divina!). Eu mesma irei fazer e congelar as mini pizzas (único trabalho que terei, mínimo) uns dias antes. Encomendar os pães, Maria (empregada mais que amada e quebra galho da minha mãe) faz o molho de cachorro quente. Vou comprar um saco de 20 kg de batata frita. E contratar umas 3 pessoas pra ficar na cozinha e 4 pessoas pra servir. Simples. Prático. Econômico. Não é isso que um buffet faz, organizar essas coisas? Então eu farei. Só não quero botar o pé na cozinha.

Minha mãe tem um quintal maravilhoso, justamente onde foi o aniver do Theo ano passado. Tem 2 freezers. Uma cozinha gigante, 2 fogões. Preciso de mais o que?

Espero que dê certo!
Beijos beijos!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Rotinando...

Eu tentei, é verdade. Sou a pessoa mais sem rotina desse mundo. Ou era? Mas prestes a ser mãe eu sabia que não poderia infiltrar um bebê nos meus horários absurdos, ou não deveria. Tracei uma rotina pro Theo desde quando ele nasceu, mas que sofreu pequenas - ou grandes? - alterações no decorrer desses quase 2 anos.

Quando nasceu, ele acordava às 7 da manhã. Depois passou a acordar às 9. Depois às 11. Depois voltou a acordar por volta de 8:30, e agora, ele já está há alguns meses acordando às 10:30.

Sempre almoçou entre 11 ou 12:00. Mas aos sábados e domingos, por conta da rotina atrapalhada dos finais de semana, almoçava às vezes só por volta de 1:30 da tarde. E isso sempre fez com que ele não comesse bem nos finais de semana. Altera-se os horários, altera-se tudo. A culpa é minha, óbvio. No seu relógio biológico não existe um sábado, e todo dia é... dia!

Já teve períodos de dormir às 8:30 da noite, já teve época que ele só conseguia apagar mesmo à 1 hora da manhã, e mesmo assim com muita insistência nossa...

Enfim, Theo sempre teve rotina. Mas ela nunca foi rígida, sempre foi flexível. Se tinha uma festinha pra ir no horário do soninho dele, ele ia e ficava numa boa. Sem grandes alterações porque "algo está fora do comum". Por isso gosto de rotinas flexíveis. São crianças, não robôs.

Essas alterações de horários que mencionei acima sempre foram graduais e de acordo com suas fases de desenvolvimento. Tinha época que eram 2 ou 3 cochilos durante o dia. Hoje em dia, é apenas um.

Mas o que tornou a rotina do Theo extremamente fixa foi a escola. E eu amei isso... Theo acorda tarde em relação as outras crianças, é verdade. Tem dias que o chamo mais cedo, mas se deixar por conta dele, só desperta por volta de 10:30.

Vê desenho a manhã inteira. Finalmente, chegou a fase dele ficar vidrado na TV e dar um descanso pra mãe (sinceridade mode on), porque até 3 meses atrás ele não ficava 1 minuto sequer em frente de nenhum desenho. Ficava andando dentro de casa o dia inteiro atrás da gente. Já tinha até comentado aqui, que um dos motivos dele ir pra escola era justamente esse, percebia que ele ficava ansioso dentro de casa e entediado... Não "curtia" ficar em casa.

Aí ele almoça meio dia. Toma banho, e EMPOLGADÍSSIMO vai mudar o uniforme, já sabendo que tá chegando a sua hora preferida do dia: a escola.

Ahhh... a escola! Gente, que sonho! Meu filho é muito mais feliz pós maternal. Ele ama aquilo lá, ama as tias, os amigos, e vai com tanta energia que dá até gosto. Pega mochila, entra no carro serelepe e vamos que vamos! Chega na escola e antes mesmo deu falar alguma coisa, dá um "tchaauuu!", manda beijo e eu AINDA fico com cara de tacho na porta esperando ele olhar pra trás e ele nem tchum pra mim.

Pego ele na escola às 16:30, capotado. Chega em casa, vai correndo pro quartinho dele sem eu falar nada. Aponta pra TV, pede pra ligar, fala "mamá", e em 2 minutos de backyardigans ele dorme tão profundamente que eu fico me perguntando "Ahhh, filhodumaputa, por que não dorme pesado assim à noite?". Ele nem mexe!

No início ele dormia de 4:45 às 8 da noite. Mas fui forçando e diminuindo, diminuindo seu termpo de sono progressivamente, porque senão ninguém aguentava a noite... e agora ele dorme apenas 1 horinha pós aula. Às 18 horas ele está novo, toma banho, janta, brinca, vê desenho, brinca, vê desenho e assim vai....

Dá umas 11 da noite (tarde, eu confesso!) começa o ritual que graaaças a Deus hoje é rapidinho: mamadeira, escova dente, beijo no pai, apaga a luz e ZzZZzZzZzz....

E assim vai, direto até umas 5 da manhã mais ou menos, quando ele acorda, pula pra minha cama meio que dormindo, mama e lá permanece até acordar definitivamente...

Próximo passo: cortar essa fugida matinal pra minha cama!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

É aquela velha história...

Eu me desejo um feliz dia das mãe. Porque eu acho que eu fui boa pracaraleo... e não tem reconhecimento melhor do que o meu e do meu próprio filho.

"Do nosso amor a gente é que sabe, pequeno..."


sexta-feira, 18 de março de 2011

Theo e os carros...

Vocês acreditam que o Theo reconhece os nossos carros? Eu não acredito!

Vou pegá-lo na escola e ele sai correndo atrás do meu carro entre tantos outros parados e fala apontando: car, mamãe! car, mamãe! A mesma coisa com o do Cris: car, papai! car, papai!

E o pior: nós temos dois carros, e ele associou que o VELHO é o meu! Filho da mãe! O carrão novão ele diz que é do papai... e o velho, com o cano de desgarda furado, sem lanterna e com o capô descascado é de quem? Da mamãe! Quando eu estou dirigindo o nosso carro novo, o que ele diz? Car, papai!

No carnaval estávamos indo ao shopping, passou uma caminhonete prata e ele imediatamente: car, vovô! car, vovô!

Hoje, chegando em casa, passou um siena prata na rua com os vidros todos fechados, não dava nem pra ver quem estava dentro. O carro era da nossa vizinha, mãe do amiguinho dele, Arthur. Theo vê o carro e imediatamente começou a berrar chamando: A-tú!!! Tutú!!!

Vê se pode?

quarta-feira, 16 de março de 2011

Carnavale!

Ma-ra-vi-lho-so. Esse foi o nosso carnaval. Passamos em Floripa, onde temos família, e depois fomos pra Curitiba, que é uma cidade que amo de paixão, onde também temos família.

Theo apavorou no vôo de ida. Insuportável. Estava com sono, mas não conseguia dormir, ficava inconformado de ficar no colo e naquele microespaço. Queria mexer em todos os botões, puxar o cabelo e tirar o óculos da mulher ultra-mal-humorada da frente. Diante a negativa de todas as opções, e um sono ultra mega blaster, ele choraava, choraaava e gritava. E as pessoas do avião? Levantavam e olhavam dentro da minha cara de cara feia. Fiquei muito puta, do tipo a levantar a sobrancelha e dizer: "tá olhando o quê, honey?".

Definitivamente: pessoas não aceitam crianças. Só servem pra achar bonitinho e tchau. Os lugares não estão preparados para recebê-las. Só duas capitais que conheço admitem que elas existem: Rio e Curitiba.

Lembro quando fomos à Maceió. Fomos no restaurante mais chique, mais conceituado e histórico da cidade, que existiam pratos patenteados e tudo. Mas no banheiro não existia um trocador. Eles faziam questão de ter um gerente individual e um sommelier por mesa, ali, parados igual dois postes do seu lado enquanto você está comendo, mas não sabem o quem é um trocador de fraldas.

Enfim, momento revolta off.

O vôo de volta foi mais tranquilo, porém não tranquilo. Entende? Pedimos preferência e ficamos na primeira fileira, e Theo pode pular por 1 hora e 10 minutos no microespaço de entrada da aeronave, entre o comissário mal humorado e a cabide de banheiro.

Sinceramente? Tenho aprendido a relaxar. Deixa... Meu filho não é um robô.

Nesses dias fora, Theo mudou completamente o humor. Muda-se a rotina, muda-se a criança. Pirracento que só, se jogava no chão o tempo inteiro. Achei que fosse à loucura, porque estava morrendo de vergonha. Minha família inteira vendo uma criança se estapeando no chão o dia inteiro, às vezes até ensaiando uns tapas em mim. O tempo todo a gente morre de medo de ser reprovada como mãe aos olhos dos que a gente mais ama, nossa família...

Mas relaxei, deixei rolar. Não dei importância mais pra suas crises, fingia que não tava vendo e foi diminuindo. Quando chegamos em casa, ele nunca mais fez. Voltou ao normal, ufa.

Voltou super falante. Está muito mais comunicativo. Abriu, caiu, cadê, papai, mamãe, neném, papá, mamá, água, coca-cola, beijo-tchau entre outras, ele fala o dia inteiro.

A vozinha falando pa-pai e ma-mãe o dia inteiro é música pros nossos ouvidos. É o dia inteiro... A gente voltou de carro do Rio, ouvindo incessantemente:

- Papai?!
- Oi, filho...
- Mamãe?!
- Oi, Theo...
- Papai?!
- Oi!!
- Mamãe?!!
- Oi, filho, fala...
- Papai?!
- Oiii!
- Mamãe?!
- Oi!

... 2 horas depois...

- Papaiii!!!
- Oi...
- Mamããae!!
- Hum...

Hauahuaha! É lindo!
Bom, lá vão as fotos.


O QUE TEVE NESSE CARNAVAL???


Teve Theo em cima de mesa tomando fefé?
Teeeeeeeve!


Teve Theo jogando coca-cola na priminha amada?
Teeeve!


Teve Theo sentadinho em todos os degraus possíveis?Teve!


Teve Theo impedindo Paparazzis?
Teve!!


Teve Theo esticando o pescocinho pra entrometer no beijo da mamãe e do papai?
Teeeeve!


Teve família buscapé comemorando o 33º aniversário do papai?
Teve!


Teve dindinha babando, lambendo, mordendo, beijando, acarinhando, brigando, cheirando, olhando, piscando e abusando do afilhado?
Teveeeee!

Teve Theo chifrudo by papai sacaneador de fotos?
Teve!


Teve Theo forçando o sorriso pra sair na foto?
Teve!


Teve Theo manchando de molho shoyo a camisa que a mamãe acabou de tirar a etiqueta?
Teve!


Teve Theo achando a gavetinha que a Dindinha guarda as tintas de impressora?
Teve!


Teve Theo vendo 38565 sapatos por dia junto com sua mãe, prima, dinda e tia consumistas?
Como teve!


Teve Theo perdendo o medo do inofensivo Jabuti?
Teve!
(Ps.: mamãe, esse lance de pegar a calça que não serve mais e fazer de bermuda ficou uó.)


Teve Theo fazendo um telefone na prima?
Teve, sim Senhor!


Teve Theo posando com seu pai gatão, gostosão, lindão?
Sim, teve!


Teve Theo correndo loucamente no Passeio Público chamando os pombos de pinguim?
Teeeeve!


Teve Theo beijoqueiro?
Teve!


Teve Theo 2 horas brincando com a sua mais nova descoberta, o bebedouro?
Teve!


Teve Theo em cima da mesa do Mc Donalds brincando de arremesso de pinpins (pinguins)?
Teve!


Teve Theo chorando de manha, galera?
Teeeeeeeeeve!


Teve Theo se jogando no chão, moçada?
Teveeee!


E teve Theo fazendo pirraça?
Ô se teve!


Teve Theo não querendo devolver o chapéu drag do garçom?
Uhum, teve!


Teve Theo rejeitando a própria comida e com cara de cachorro pidão pedindo a do prato dos outros?
Teve!


Teve isso tudo e muito mais!
Beijos.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Carnaval

Sou a única criatura dessa nação que tem pavor de carnaval. Não gosto de música alta, não suporto muita gente, muito menos gente suada e pulando quiném pipoca. Odeio engarrafamentos, odeio trânsito tumultuado, supermercado tumultuado, banco tumultuado, restaurante tumultuado...

Eu quero sombra, água fresca, conversar sem ter que gritar, ser bem atendida, e ouvir apenas as música que eu gosto. É pedir demais? O máximo de carnaval que eu consigo suportar são os originais, de rua, o verdadeiro carnaval carioca. Os blocos do Rio são ótimos, os menores e menos populares, melhores ainda. Mas mesmo assim, tô fora desse agito todo.

É por essas e outras que to aproveitando esse feriado gigantesco, já que não tive férias, e embarcando pra Curitiba, pra variar, e logo em seguida daremos um pulo em Floripa. Vai ser a segunda vez que Theo viajará de avião, tô bem receosa com o seu comportamento. Sinceramente, espero que ele durma a viagem toda. Do Rio até Curitiba é um pulo, mas com uma criança inquieta, querendo andar pelo avião (já até imagino a cena...), deve parecer uma eternidade.

A primeira vez que ele viajou, foi quando fomos pra Maceió, ele tinha só 5 meses, o vôo foi à noite, o coloquei pra mamar no peito pra não dar pressão no ouvido, e ele dormiu o tempo todo. Foi tranquilo. Dessa vez to pensando em levar um rolo de fita isolante e amarrar ele na cadeira. Será muito antiquado?

É, né. O jeito mesmo vai ser levar livrinhos, brinquedinhos e ir cantando musiquinhas pra alegria de todos os passageiros. Será que se eu levar um DVD portátil e colocar HiFive na maior altura eu sou expulsa do avião sem direito a paraquedas?

"Se parar, pare! Para observar... Quantas maravilhas da pra encontrar!
Se olhar, olhe! Você verá coisas lindas demais!
Escutando, ouça, ouvirá... O som que vai fazer você se divertir!

Agora pare, olhe, ouça curtindo o ritmo... Pare, olhe e ouça que som legal!
Pare, olhe e ouça curtindo o ritmo... Levantando o astral!"

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Resumão 18 meses

Extremamente sociável, simpático e risonho. A tia falou que é o garoto sorriso do colégio. Ainda não desenvolveu atitudes de egoísmo, que são comuns com 2 anos, na fase egocêntrica da criança. Já ensaiou uns raros tapinhas em amiguinhos e nos papais no final do ano passado, mas passou. É carinhoso e beijoqueiro com todos.

Entrou freneticamente na fase da pirraça. Qualquer coisa que saia do seu agrado, dá gritinhos fininhos e altos. Eu juro que tenho vontade de matar, mas finjo que não to vendo. Às vezes rola no chão, esperneia, e como eu percebi que ele dá uma paradinha e olha de canto de olho pra ver se eu to vendo, eu deixo pra lá. Eu percebi justamente dois tipos diferentes de pirraça: a pra chamar a atenção, a qual eu não dou. E a como válvula de escape de estresse. Theo tem picos de ansiedade e estresse, e meio que dá uma explosão. Pego, dou chupeta, e carinho. Não estimulo, deixo claro que não gosto, mas não brigo durante os ataques, porque só piora. Briga é sempre olho no olho e voz baixa. Bom, eu tento...

Mas 80% das vezes se revela uma criança boa, calma e tranquilas. Ansiedade mesmo só quando algo foge muito da rotinha, sono, fome ou dente novo. Que aliás, nasceram os 4 de trás juntinhos essa semana. No total, 9 dentes.

Emagreceu um pouco nas 2 primeiras semanas de aula, pois além de estar gastando mais energia, abandonou a mamada da tarde e ainda não se habituou ao lanchinho. Pesamos ontem, 12 quilos e 85 cm. Ambos um pouquinho acima da média da linha 50 do gráfico de desenvolvimento infantil. Normalíssimo.

Palavras? Sempre foi devagar quase parando, mas progrediu bem. Já se faz entender e entende tuudo. Papai e mamãe fala com maestria e o dia inteiro.

Não brinca com brinquedos, só com panelas. Não assiste desenhos por mais de 5 minutos. Adora sair e andar por aí... ruaceiro que só.

Beijos.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Escolinha: e o grande dia chegou!

Acho que eu fiquei mais ansiosa no primeiro dia de aula do meu filho no maternal do que o meu primeiro dia de aula na faculdade. Fato.

Semanas antes eu já estava contando os dias. Sexta feira eu fui feliz da vida comprar os materiais escolares, embora meu cartão de crédito tenha ido meio depressivo. Comprei o material, e fiquei boba de ver a quantidade de papel diferente que existe nessa vida. Comprei também o uniforme, a mochila, merendeira, o material de higiene pessoal, as merendinhas do mês e paguei a mensalidade. Tudo no mesmo dia.

No final somei tudo e fiquei apavorada com o valor que eu estava investindo nessa ida à escola. Mas com aquele sentimento de estar fazendo a coisa certa. Vão si bora, então!

Chegou o grande dia. Papai nem foi trabalhar! Fez e deu almoço pro Theo, deu banho e o arrumou quando fui pegá-los. Gente, vê-lo vestindo o mesmo uniforme retrô que eu vestia há mais de 20 anos atrás não tem preço. Cris acha o uniforme horrendo, mas eu não consigo! Deve ser sentimental, porque é exatamente o da minha época!

Theo estava indo estudar no mesmo lugar que me proporcionou os melhores momentos e lembranças da minha primeira infância!!! A Escola Infantil Quintalzinho Feliz não é uma metáfora: é realmente, um quintal que exala felicidade!

O portão do colégio abriu com o Theo eufórico, pois estava cheio de bolas. E ele ficava "Ból, ból!" Entramos na salinha dele, lá estavam 2 tias. Super simpáticas, brincando com outras crianças. Na turminha dele aceita-se no máximo 9 aluninhos, pra 3 professoras. Isso me tranquiliza, e muito.

Rapidamente ele pediu pra descer pro chão e foi explorando o ambiente, pegou uns brinquedos, olhous pros amiguinhos e foi brincar. Assim, simplesmente nem olhou mais pra nós. Eu e Cris ficamos com cara de tacho. Eu não faço a menor idéia do que deve ser uma cara de tacho, mas deve ser uma coisa bem parecida com a nossa. Saíamos da sala e ficamos olhando do lado de fora (a sala de brinquedos é toda aberta, só tem uma cerquinha de madeira colorida.)

Ficamos um tempão olhando de fora, e ele lá, na maior nice. Perdi meu horário inteiro de almoço lá, em função disso. Fui embora, sem almoçar... e só quando cheguei no trabalho a tarde que eu lembrei: ih, não almocei! Duas horas depois fomos pega-lo, pois a primeira semana é de adaptação e eles só ficam até 2:30. Fiz questão de passar por cima de um monte de gente e fui fazer isso por conta própria.

Lá vou eu... a mesma coisa: fico olhando ele do lado de fora da sala, ele numa boa, todo independente. Me viu de longe, abriu aqueeeeeele sorriso, soltou gritinhos e veio até a cerquinha me pedir colo. Entrei, o peguei, o enchi de beijo molhado, babado, suado, igual cachorro, e ele diz: Am Bó! Am bó, mamã! (*tecla SAP: Vão bora, vão bora, mamãe!)

A tia falou que ele não chorou nem um segundo, não brigou, curtiu os amiguinhos numa boa.

Safado!!!! Nem um "mãaaaeee?!" choroso?! Tá bom, no segundo dia ele vai sentir a nossa falta, eu pensei.

O segundo dia foi hoje. E me diz: Theo sentiu a nossa falta?
HAM! Nem um cadiquim, foi idêntico ao primeiro dia.

Resumo da ópera, estou muito feliz com a minha decisão.
E o mais importante: Theo também.




domingo, 6 de fevereiro de 2011

Ei, psiu, beijo me liga...

Isso daqui sempre foi um vício. Entrava no blog umas 10 vezes por dia pra ver se tinha comentário novo e acompanhar as atualizações das minhas mamães fofolets. Nunca comentei em muitos blogs, sou péssima em retribuir visita, mas eu os leio, juro. Tudo o que acontecia no meu dia a dia eu pensanva "isso vai pro blog!".

A semana antes do Natal foi muito tumultuada, só sendo dessa família pra saber a explosão de emoções que foram as duas últimas semanas do ano. Foi um Natal inesquecível e um Ano Novo surpreendente.

Nessa correria, foi impossível entrar na internet seja lá pra o que for. A correria foi diminuindo, e o hábito de entrar aqui foi diminuíndo também. Nosso dia a dia voltou ao normal, e sim: eu perdi o tesão de escrever aqui. E como eu não faço nada forçadamente, me mantive em silêncio por pura preguiça de voltar a usar o blog.

Algumas pessoas fofas me procuraram, pra saber se estava tudo bem. Sim gente, tudo no mais perfeito estado... Theo está ótimo, uma delícia de criança (ops, escorreu uma baba aqui), eu estou bem, trabalhando muuuuuuuito, Cris tá bem, trabalhando muuuuuuito!

Nossa vida continua uma correria, ainda maior agora esse ano. Tenho tentado me dedicar cada vez mais à minha casa e ao Theo. Minha casa andava largada, sabe? Não tinha energia mais pra nada... Mas, ano novo, novos hábitos.

That´s all folks.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Índio

Theo aprendeu a tirar a fralda sozinho. E os shorts. E agora só quer saber de andar peladão pela casa. Insisto em colocar denovo, e ele tira, coloco, ele tira... Entendo que esteja calor, mas ficar sentado no chão de bundinha de fora não é lá uma coisa muito higiênica, né?

Por enquanto estou conseguindo mantê-lo vestido. Mas o índio que existe dentro dele recusa roupas... Que tá engraçado, tá.

Por mais que eu seja a favor do desfralde só apartir dos 2 anos, é um processo muito lento e gradual. Ele já entende que tem um pipi que faz xixi. Se surpreende quando faz xixi sem fralda, e morre de rir. Teoricamente, já faz parte do processo. Controlar as esfíncteres já é outro papo, que deve ser feito com muita paciência e sem tom de briga, e que eu só acho pertinente depois dos 2 anos.

Uma coisa que eu vejo acontecer muito, muito, muito: pais ensinando à criança que o seu cocô é sujo. Papo de psicanalista: gente, isso é um erro gravíssimo. Nada de caretas ao tirar as fraldas sujas de seus babys, ok? E nada de falar "hum, eca, cocô!", toda vez que você indicar que uma coisa/lugar é sujo.

Não façam isso. Cocô e xixi fazem parte do processo de eliminação orgânica. Sim, são sujos, mas deixem eles se darem conta disso quando grandes. Por enquanto, nada mais é do que uma produção humana, e ela não deverá ser considerada feia ou suja. Pelo menos não agora, na primeira infância. Não vou entrar no mérito da questão, porque o intuito do meu blog não é pra isso. Mas fica a dica.

Ótima maneira de começar o primeiro post do ano, né? Falando de merda.
Desejo um ano de merda pra vocês. Ou seja: um ano muito produtivo.

São dessas metáforas que é feita a vida. E o desenvolvimento intantil também.

Beijos. Muah!